Parte 01 - DOCINHO DE RECIFE: EU CHUPEI ELA, METI O VIBRADOR E AS DUAS ENGOLIMOS OS 22CM
Naquele sofá do apartamento que alugamos em Recife, em Boa Viagem — bairro quieto, janela aberta, vista direta pro mar. Conhecemos a Docinho na praia. Foi o nome que ela mesma pediu pra gente usar. Levamos ela pra cima com uma ideia só: putaria pesada, sem frescura.No elevador já começou. Câmera filmando e a gente pouco se fodendo. Eu encostei ela na parede, meti a língua na boca dela e agarrei aquela bunda. Meu marido só olhando, já com o pau esticando a bermuda. 22 cm não se esconde.Chegamos no apto e o volume dele estava absurdo. Ele foi pro banheiro tomar banho. Ficamos eu e a Docinho sozinhas na sala. Comecei a beijar aquela boca de pernambucana safada, uma mão na bunda dela, a outra puxando o sutiã. Quando tirei um seio pra fora vi o piercing de coração. Fiquei doida. Cavei a cara naqueles seios rosados e chupei até deixar marcado, língua rodando o piercing, dente puxando o mamilo. Ela gemeu baixo e partiu pra cima dos meus. Que boca gostosa. Chupava com fome, lambendo, sugando, deixando tudo molhado.A gente se pegou ali mesmo, se esfregando, se lambendo. Depois fomos pras quatro, bundas pra cima, bucetas à mostra, se exibindo pro meu marido. Ele já tinha saído do banheiro com aquela piroca de 22 cm dura, veia latejando, pronto pra devorar as duas.Eu enterrei a cara na buceta rosada da Docinho e chupei com vontade — língua no clitóris, chupando, enfiando, lambendo tudo enquanto ele assistia e batia uma. Dava pra ver que ele não ia aguentar muito. Eu já sabia que ele ia querer meter nas duas até o talo.Peguei meu vibrador roxo e enfiei inteiro naquela buceta molhada dela. Ela fazia cara de puta, revirava o olho, gemia alto. Docinho bem putinha mesmo. Não aguentou. Sacou a piroca do meu marido e engoliu os 22 cm de uma vez, baba escorrendo, garganta trabalhando, enquanto eu enfiava o brinquedo fundo nela, ligava e deixava vibrando lá dentro.Depois foi minha vez. As duas juntas naquela pica. Eu e ela compartilhando o cacete, uma lambendo o saco, a outra engolindo até o fundo, saliva misturada, se revezando, se beijando com o pau no meio. Era grande demais pra uma só. Tinha que ser as duas.
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