Esposa cúmplice: abri o rabo da putinha pro meu marido arrombar na minha cara
Combinei tudo com o meu marido. Levei a Sol pra casa com a história de que eu não estava e que ia demorar pra chegar. Mentira gostosa. Eu tava escondida no quarto, de pernas abertas, mão na buceta, vendo tudo pelo vão da porta.Ele beijava a putinha no sofá da sala. Língua fundo na boca dela, mão grossa apertando aqueles peitos, beliscando o bico já duro. Eu gemia baixinho, dois dedos entrando e saindo da minha xota molhada, assistindo meu marido com a amante.Depois ele abriu o zíper e soltou o cacete. Vinte e dois centímetros de piroca veiuda, dura, latejando. A Sol nem piscamos. Ajoelhou, abriu a boca e engoliu. Eu vi o pau sumindo na garganta dela, as bolas batendo no queixo, ela engasgando e ainda assim forçando mais fundo. Eu gozei pela primeira vez ali mesmo, só de ver aqueles 22 cm invadindo a garganta da puta.Não aguentei mais. Saí do quarto. Ela levantou a cabeça, a boca cheia de baba e pau, e sorriu quando me viu. “Sabe de tudo?”, perguntou. Eu só respondi: “Sabe, e agora a gente vai foder juntas.”A partir daí virou putaria de verdade. Ajoelhei do lado dela. As duas lambendo o pau dele, dividindo, chupando juntas. Uma hora era a boca dela engolindo até o fundo, outra hora era a minha. Eu deitadinha no sofá, cabeça pendurada, engolindo aquele monstro enquanto ela chupava as bolas. Depois eu ajoelhava e ela deitava. O pau dele nunca saía da boca de uma de nós.Coloquei a Sol de costas no sofá, pernas abertas. Peguei meu brinquedinho rosa e enfiei na bucetinha dela. Estava encharcada, escorrendo. Eu metia o vibrador fundo enquanto ela gemia e chupava o pau do Brian. Depois ela sentou nele. Primeiro de costas, cavalgando, a bunda batendo nas coxas dele, o pau sumindo e aparecendo todo. Depois virou de frente, peitos na cara dele, gemendo alto enquanto eu chupava o cu dela ao mesmo tempo.Ela deitou de novo, pernas bem abertas. Eu fiquei de lado com o vibrador no clitóris dela enquanto o Brian socava aquela piroca toda no bucetão. Cada estocada fazia a Sol tremer. Eu via o pau dele entrando e saindo, coberto de porra dela, arrombando aquela xota.Depois ela ficou de quatro no sofá. Ele enfiou de uma vez e começou a comer com força. Eu fiquei na frente, peitos na boca dela. Ela chupava meus bicos enquanto levava porrada na buceta. Cada vez que ele metia fundo, ela gemia no meu peito.Aí chegou a melhor parte.Ele tirou o pau da buceta, todo babado, e apontou pro cu dela. A Sol olhou pra mim, suada, ofegante, e eu só falei: “Abre o rabo, puta. Vai tomar tudo.”Ele enfiou. Devagar no começo, a cabeça grossa abrindo o cu apertado dela. Depois foi metendo mais. Eu ficava atrás, duas mãos na bunda dela, abrindo e empurrando pra ele conseguir enfiar os 22 cm inteiros. Ela gritava, a voz embargada, mas empurrava o cu pra trás, pedindo mais. Eu via o pau sumindo no rabo dela, as bolas batendo, ele socando fundo, arrombando aquele cu na minha frente.Eu ficava falando no ouvido dela: “Toma tudo, putinha. Engole o pau do meu marido no cu. Aguenta os 22 cm.” E forçava a bunda dela ainda mais contra ele.Ele gozou. Tirou o pau do cu, veio pra frente e jorrou leitinho quente direto na boca aberta dela. A Sol engoliu tudo. Não perdeu uma gota. Eu ainda chupei o pau dele depois, limpando o resto de porra e o gosto do cu dela.A gente ficou ali, as três, suadas, fedendo a sexo, o sofá molhado de porra e saliva. A Sol ainda com o cu aberto e a boca cheia de leite. Eu olhando pra ela e pro meu marido, já pensando na próxima.
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